terça-feira, 3 de setembro de 2013

Rev. José Dilson e Marli - Senegal

Queridos irmãos, 
Que alegria poder vos escrever novamente. Mês de agosto é o mês de missões em nossas igrejas. Como eu gostaria de estar com vocês, compartilhando experiências que vivemos recentemente neste campo missionário e do maravilhoso cuidado do Senhor para conosco. Sonho muitas vezes em poder estar novamente na igreja brasileira, abraçando os irmãos e amigos queridos que oraram e participaram do nosso sofrimento pelo Senhor.    E louvar juntamente com os irmãos nosso grandioso Deus e Pai.  Mas o tempo do Senhor ainda não é chegado!!!
Completaram-se 4 meses desde que fui liberto da prisão. Louvo tremendamente ao Senhor pela liberdade e por poder estar em minha casa  e ao menos estar livre para andar e viajar dentro do pais do Senegal. Porém não posso sair do pais, até o julgamento. No entanto, coisas boas aconteceram pois Deus permitiu meus filhos virem para  estar comigo. Passamos quase 3 meses em família novamente. Que alegria desfrutar da presença deles!!! Porém, nestes 4 meses as lutas não acabaram, parece que intensificaram-se. Para quem tem acompanhado um pouco mais de perto nossa historia sabe as dificuldades  e das lutas que temos passado para continuarmos firmes  e não desistirmos. O inimigo tem tentado de todas as formas nos fazer retroceder, trazer medo e angustia ao nosso coração. Logo que sai contratei um advogado cristão para que pudesse se ocupar dos papeis dos meninos(para fazer o que o outro advogado não fez). Pois os  meninos, pelos quais fui preso, ainda estão no projeto. Todas as nossas atividades continuam normais. Porem são mais de três meses tentando legalizar a situação dos meninos,  sem uma resposta concreta. E incrível como essas questões são burocráticas, apesar de toda a necessidade que o pais enfrenta  nesta área. 
No mês passado, chegou ao projeto uma comitiva com varias autoridades, e depois de questionarem as crianças sobre como deixaram as ruas e chegaram até nos, foram enfáticos na questão religiosa o tempo todo, usando palavras duras contra nos, dizendo que iriam fechar o projeto e que não tínhamos o direito de compartilhar a Palavra de Deus com as crianças. Nosso coração ficou muito aflito, mas oramos, nos colocamos diante do Pai que nos confortou dizendo que "esta batalha era dele, não nossa." Portanto, nossa confiança, assim como nossos olhos estão postos  no Senhor. E nEle que esperamos! Até hoje, dia 14 de agosto estas autoridades não voltaram, nem recebemos nenhuma comunicação oficial para o fechamento. Glorias ao nome do Senhor! Temos hoje conosco 13 meninos internos e 3 filhos de uma viuva que são amparados pelo projeto, ao todo 16 crianças. Leia mais

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